Usina de Arte João Donato completa 20 anos e terá programação gratuita em Rio Branco de 22 a 24 de abril

A Usina de Arte João Donato completa 20 anos em 2026 e marca a data com três dias de atividades gratuitas em Rio Branco, entre quarta-feira (22) e sexta-feira (24), com exposições, música, dança, teatro, poesia falada, batalha de rimas e atrações para diferentes públicos no espaço do Distrito Industrial.

A comemoração ocorre duas décadas após a inauguração do centro cultural, em abril de 2006, em um prédio de uma antiga usina de beneficiamento de castanha, batizado em homenagem ao músico acreano João Donato. A abertura daquele período teve a presença de Donato e do então ministro da Cultura, Gilberto Gil.

A programação começa na quarta-feira (22), a partir das 17h, com o lançamento de uma exposição na Galeria Chico da Silva. Na sequência, às 18h, ocorre a abertura oficial no Teatro João das Neves, com apresentação do Maestro Afonso às 18h15, um dispositivo de homenagem às 19h e dança com o grupo Nós da Casa às 19h30.

Na quinta-feira (23), o dia abre às 9h com o espetáculo “Livro da Alegria”. À tarde, a partir das 16h, a Usina recebe a Sunset Party, reunindo feira cultural, exposições e praça de alimentação. A noite segue com chorinho, com repertório de samba e choro, às 18h, depois o espetáculo de tecido acrobático “Éter”, às 19h, e roda de samba com o grupo Moças do Samba, às 20h.

O encerramento, na sexta-feira (24), mantém as atividades pela manhã com “Livro da Alegria”, às 9h, e dança com a Cia Adoraí, às 10h30. Às 15h, a Sunset Party volta a ocupar os espaços do complexo; em seguida, às 16h30, entra a poesia falada da Central de Slam. A noite reúne a Batalha de Rimas da Liga de MCs do Acre, às 17h30, concerto musical de piano com o L’atelier du Piano, às 18h15, e o show “Canto dos Brasis”, às 20h.

Além das apresentações, a celebração retoma a vocação do local como espaço de formação e circulação cultural no estado. A artista e produtora cultural Clarisse Baptista, primeira coordenadora da Usina, afirma que “estar na Usina era viver uma utopia”. Já a multiartista Carol Di Deus diz que “ver a Usina de Arte completar 20 anos é motivo de muita alegria e orgulho” e relaciona a data à continuidade de um equipamento público voltado à formação e à produção cultural.

A expectativa é de que a agenda amplie o fluxo de público no Distrito Industrial e fortaleça a cena local ao reunir artistas, coletivos e iniciativas de diferentes linguagens, num calendário que tende a puxar novas ações culturais e formativas ao longo do ano.

 

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