O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes executou mais de 2,2 quilômetros de macadame hidráulico na Estrada do Aeroporto, trecho da BR-364 em Rio Branco, e iniciou a sinalização para liberar de forma gradual o trânsito sobre a nova base. A obra integra a recuperação de 9,5 quilômetros da rodovia duplicada, entre os km 140 e 149,5, e tenta conter problemas antigos de desgaste do pavimento no acesso ao Aeroporto Internacional da capital acreana.
A intervenção começou com a retirada do solo deteriorado e a recomposição da estrutura da pista com camadas de pedra, técnica adotada para ampliar a resistência da via e melhorar a drenagem. O DNIT afirma que o modelo já foi aplicado em outros trechos da BR-364 no Acre, com resultado positivo na redução de danos recorrentes e na ampliação da vida útil do pavimento.
Segundo o superintendente regional do órgão no Acre, Ricardo Araújo, a meta é reconstruir a base da estrada para entregar uma pista com mais segurança. “A gente está reconstruindo a base da estrada com a técnica do macadame hidráulico para entregar uma via com mais qualidade e segurança. A gente tira o solo que está podre e recompõe com pedra até receber o macadame”, disse.
Durante as obras, uma das pistas permanece concentrando o fluxo de veículos, o que acelerou o desgaste do trecho ainda não recuperado e provocou buracos e deformações no asfalto. Por causa disso, o DNIT orientou motoristas a redobrar a atenção no local e recomendou que passageiros com destino ao aeroporto saiam de casa mais cedo para evitar atrasos. “Sabemos dos transtornos momentâneos e pedimos desculpas e compreensão aos usuários, principalmente de quem precisa acessar o aeroporto para que saia um pouco mais cedo de casa”, afirmou Araújo.
A próxima etapa prevê a abertura progressiva do tráfego sobre o macadame já concluído, inicialmente até a altura do Lojão dos Parafusos. A engenheira Andressa Maciel informou que a camada precisa permanecer sob tráfego por pelo menos sete dias antes da aplicação da capa asfáltica, para garantir a acomodação da estrutura e permitir o avanço da recuperação na pista mais castigada pelo fluxo concentrado.







