Acre sobe no ranking do CLP e fica em 6º no país em potencial de mercado

Na capital do estado, o Rio Acre já mede 15,14 metros em nível de água. Foto: Alefson Domingos/Secom

O Acre alcançou o 6º lugar no indicador de potencial de mercado do Ranking de Competitividade dos Estados, levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP) divulgado nesta terça-feira, 1º de abril de 2026, e passou a figurar entre as unidades da federação com melhor desempenho nesse recorte. O indicador reúne variáveis como tamanho do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, ritmo de crescimento econômico recente, projeções para a força de trabalho na próxima década e dados ligados ao mercado de crédito, incluindo comprometimento de renda, qualidade do crédito, volume de operações e inadimplência.

O governador Gladson Camelí atribuiu o avanço a medidas adotadas desde 2019 para estimular a atividade econômica e ampliar a presença do estado no cenário nacional. “Nossa economia vem crescendo gradativamente. O resultado dessa pesquisa comprova isso. Temos gerado emprego e renda e investido naquilo que tem dado retorno: as pessoas. Com a colaboração de cada acreano e de cada acreana, conseguimos chegar a esse resultado expressivo, colocando, como sempre digo, o nosso Estado em destaque”, disse.

A vice-governadora Mailza Assis afirmou que a melhora passa pela cooperação entre o poder público e o setor produtivo e pela ampliação de empregos e oportunidades. “Nosso Estado vive um dos melhores momentos de sua história. É gratificante fazer parte dessa evolução e contribuir para o avanço econômico e social. Cuidar das pessoas é nossa principal missão, e estamos conseguindo cumpri-la. Esse dado mostra, acima de tudo, o empenho de toda a gestão em melhorar a qualidade de vida do nosso povo”, declarou.

A posição no ranking entra no radar de empresas e investidores porque o potencial de mercado mede capacidade de consumo, expansão econômica e condições de financiamento, fatores que pesam na decisão de instalar operações, abrir novas rotas de distribuição e ampliar crédito. Com o resultado, a tendência é que o estado use o desempenho como argumento para atrair investimentos e reforçar políticas voltadas a produção, emprego e acesso a financiamento.

 

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