O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, afirmou nesta sexta-feira, 24 de abril, que a prefeitura pode substituir a Ricco Transportes caso a empresa não consiga manter a operação do transporte coletivo. A declaração ocorre dois dias depois da paralisação total dos ônibus na capital, provocada por atrasos em pagamentos a trabalhadores do sistema.
A gestão municipal decretou situação de emergência por 60 dias, período em que a RBTrans poderá contratar uma nova operadora de forma emergencial ou transferir linhas temporariamente para outra empresa. Bestene disse que a prefeitura trabalha para normalizar o serviço em até dois meses e evitar nova interrupção.
“Dentro do decreto emergencial, algumas ações podem acontecer, desde uma nova empresa, de forma emergencial, estar assumindo”, disse o prefeito. Ele também afirmou que a atual operadora segue em negociação com o município e os sindicatos, mas que a prefeitura poderá agir se houver novo descumprimento das obrigações.
Os ônibus voltaram a circular na quinta-feira, 23, após acordo para pagamento de salários e benefícios dos motoristas. Mesmo assim, o decreto foi mantido para dar base jurídica a medidas emergenciais. A prefeitura também criou um grupo técnico para recalcular os custos do sistema, preparar um edital provisório e tentar manter a tarifa em R$ 3,50.
A crise expõe a fragilidade de um modelo mantido por contratos emergenciais desde 2022. A licitação definitiva ainda depende de ajustes técnicos. Até que o processo avance, a prefeitura aposta no decreto de emergência para manter os ônibus nas ruas e reduzir o risco de nova paralisação em Rio Branco.
Tags: Alysson Bestene, transporte coletivo Rio Branco, crise dos ônibus, Ricco Transportes, RBTrans, transporte público Acre, Prefeitura de Rio Branco, mobilidade urbana
Alysson Bestene admite troca emergencial de empresa após crise no transporte coletivo de Rio Branco
O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, afirmou nesta sexta-feira, 24 de abril, que a prefeitura pode substituir a Ricco Transportes caso a empresa não consiga manter a operação do transporte coletivo. A declaração ocorre dois dias depois da paralisação total dos ônibus na capital, provocada por atrasos em pagamentos a trabalhadores do sistema.
A gestão municipal decretou situação de emergência por 60 dias, período em que a RBTrans poderá contratar uma nova operadora de forma emergencial ou transferir linhas temporariamente para outra empresa. Bestene disse que a prefeitura trabalha para normalizar o serviço em até dois meses e evitar nova interrupção.
“Dentro do decreto emergencial, algumas ações podem acontecer, desde uma nova empresa, de forma emergencial, estar assumindo”, disse o prefeito. Ele também afirmou que a atual operadora segue em negociação com o município e os sindicatos, mas que a prefeitura poderá agir se houver novo descumprimento das obrigações.
Os ônibus voltaram a circular na quinta-feira, 23, após acordo para pagamento de salários e benefícios dos motoristas. Mesmo assim, o decreto foi mantido para dar base jurídica a medidas emergenciais. A prefeitura também criou um grupo técnico para recalcular os custos do sistema, preparar um edital provisório e tentar manter a tarifa em R$ 3,50.
A crise expõe a fragilidade de um modelo mantido por contratos emergenciais desde 2022. A licitação definitiva ainda depende de ajustes técnicos. Até que o processo avance, a prefeitura aposta no decreto de emergência para manter os ônibus nas ruas e reduzir o risco de nova paralisação em Rio Branco.








