Bocalom visita Barriga Verde e defende incentivo a empresas para ampliar empregos no Acre

O candidato ao governo do Acre Tião Bocalom (PSDB) visitou nesta segunda-feira (14), em Rio Branco, a empresa de materiais de construção Barriga Verde, onde conversou com trabalhadores e apresentou propostas voltadas ao desenvolvimento econômico. A agenda de campanha teve como foco a geração de empregos, o fortalecimento do setor produtivo e a criação de condições para novos investimentos privados.

Bocalom esteve acompanhado da esposa, Kelen Bocalom, e foi recebido pelo empresário Rubenir Guerra. Durante o encontro, o candidato falou sobre a trajetória da empresa e defendeu maior participação do setor empresarial no crescimento da economia acreana.

A Barriga Verde atua há cerca de quatro décadas no mercado e mantém unidades no setor de materiais de construção. Bocalom afirmou que empresas que conseguem ampliar suas atividades contribuem diretamente para a abertura de postos de trabalho e para a circulação de renda.

O candidato defendeu que o poder público reduza obstáculos à atividade empresarial e crie um ambiente que favoreça investimentos. “Os empresários são fundamentais”, afirmou ao relacionar a expansão das empresas à geração de novas oportunidades de emprego.

Bocalom também abordou a saída de trabalhadores do Acre em busca de oportunidades em outros estados. Para ele, ampliar a oferta de empregos depende de uma política econômica capaz de estimular produção, investimentos privados e geração de riqueza dentro do próprio estado.

Ex-prefeito de Rio Branco, cargo que deixou em abril deste ano para disputar o governo estadual, Bocalom tem colocado a produção e a geração de empregos entre os principais temas de sua campanha. Nas últimas semanas, o candidato também percorreu indústrias, estabelecimentos comerciais e empreendimentos ligados à produção rural.

Durante a visita, Bocalom voltou a defender a produção rural como ponto de partida para movimentar outros setores da economia. A proposta apresentada pelo candidato prevê que o aumento da produção no campo amplie a circulação de recursos e tenha reflexos no comércio, nos serviços e na geração de empregos.

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