Ainda não dá pra medir a opinião do Eleitor a respeito das óbvias contradições ou avaliar sem grande margem de erro se as chamadas narrativas dos grupos políticos estão funcionando como seus marqueteiros desejavam.
Com os prazos eleitorais correndo, porém, nem a Copa do Mundo será capaz de deter a correria das negociações e acordos, mas já é possível enxergar que alguns personagens se transfiguram. Uns foram esvaziados, outros surgiram, e um deles é Alyson Bestene.
Nunca foi verdade que ele foi escolhido para ser Vice-prefeito da Capital por favor. A escolha dele definia ( e definiu) a reeleição de Tião Bocalom. Este fez o compromisso de que abdicaria e concorreria ao Governo. Acordo cumprido, o que se vê é que tem – se seguido à risca a cartilha da Boa Política.
Alyson não enxotou ninguém quando assumiu a vaga de Bocalom, não precisou exonerar acusados ou suspeitos em litígio com a Polícia e a Justiça, não tolheu espaços em mídias e, ainda assim, ajuda a transcorrer em paz a Pré-campanha do Ex-prefeito Bocalom. Ele assumiu postura de independência administrativa, vem imprimindo sua própria imagem como gestor e, diferentemente de outros, vai se transformando em líder político, com cara e jeito de equilibrado e cumpridor de acordos, se transformando em possível fiel da balança cujo peso pode determinar, mesmo antes de um eventual Segundo Turno, os rumos da sucessão Estadual e até das Eleições Municipais de 2028.
Sim!
Ou alguém acha que em 2026 tudo o que está em jogo são os cargos de deputados, senadores etc?
Então, se deve observar que Alyson pode chegar ao Révèillon fortíssimo candidato à reeleição e com enorme cacife junto a quem se eleger ao Governo.
Alyson apoia Bocalom. E Bocalom continua no poder, apesar do Código Eleitoral.
Na semana que vem pesquisas deverão mostrar dados que confirmam que Bocalom não está morto. E mostrarão o tamanho da força Eleitoral de Alyson Bestene.







