Se engana o político que bate um retrato, faz um Story e emborca na cama crente de que está abafando.
Eventos populares, como festas tradicionais, feiras e grandes celebrações, são importantes ferramentas de marketing político por ampliarem a visibilidade dos candidatos e permitirem contato direto com grande número de eleitores. Além da exposição pública, esses espaços favorecem a construção de uma imagem de proximidade com a comunidade e seus valores culturais. Sim, é Científico!
Entretanto, pesquisas em comunicação política indicam que a participação nesses eventos, isoladamente, não determina o voto. Seu principal efeito é aumentar o reconhecimento do candidato, reforçar sua imagem e facilitar a lembrança do eleitor. A decisão de voto continua dependendo, principalmente, da credibilidade do candidato, da confiança que inspira, da qualidade de suas propostas e do contexto político.
Assim, a presença nesses pizeiros deve ser compreendida como uma estratégia complementar de comunicação, cuja eficácia depende da integração com outras ações de campanha e de um relacionamento consistente com a sociedade.
No Acre criou – se o mito até de que se uma pessoa acertar montar uma barraca na Feira Agropecuária já está apta a governar o Estado. O eleitor aproveita o furdunço, que costuma ser investigado a pedido do Ministério Público, devido à criatividade dos contratantes. Há casos de erros crassos, por exemplo, de políticos que sustentam esses eventos e comparecem a eles para saírem com imagem chamuscada. Caso de crente em Pipoca de Micareta, ateu anti – semita orando em Línguas Estranhas em Culto Pentecostal etc.
O espetáculo da Propaganda Eleitoral já começou. Viva o Humor, Viva a Marmota!
Texto de Antônio Klemer







