Governo do Acre leva emissão de até 2 mil carteiras de identidade e ações sociais a Jordão e Santa Rosa do Purus a partir de segunda (4)

O governo do Acre inicia nesta segunda-feira (4) uma operação integrada para levar emissão de documentos e atividades de cidadania e prevenção social aos municípios de Jordão e Santa Rosa do Purus, no interior do estado. A mobilização começou ainda na manhã deste domingo (3), com deslocamento das equipes por via aérea, em logística coordenada pelo Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Batizada de Ação RG Cidadão, a iniciativa reúne a Polícia Civil, o programa Acre Pela Vida e a Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ). A previsão é de que os trabalhos se estendam por 15 dias, com atuação conjunta para ampliar o acesso a serviços essenciais e reforçar a presença do Estado em localidades de difícil acesso.

O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, disse que a operação busca alcançar áreas mais distantes com atendimento direto. “A proposta é levar o Estado aonde ele é mais necessário, garantindo acesso a direitos básicos, como a documentação civil, e fortalecendo ações de prevenção e cidadania. Essa integração entre as instituições permite um atendimento mais completo e aproxima ainda mais o poder público das comunidades”, afirmou.

Entre as frentes previstas está a emissão de até 2 mil Carteiras de Identidade Nacional (CIN), sob coordenação da Polícia Civil, que também deve realizar atendimentos técnicos e apoio documental. Em paralelo, a DIRPSJ programou palestras em escolas e turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) sobre temas como violência doméstica, direitos humanos e crimes transfronteiriços.

O Acre Pela Vida vai concentrar ações de mobilização comunitária e fortalecimento de vínculos sociais, com atividades educativas, esportivas e de integração voltadas principalmente a crianças, adolescentes e jovens. Já o Ciopaer fica responsável por garantir o deslocamento entre localidades e o suporte logístico para execução das atividades.

A agenda inclui visitas a comunidades indígenas e rurais, reuniões com gestores municipais e lideranças locais e aplicação de diagnósticos territoriais que devem orientar políticas públicas futuras. A expectativa é que a operação amplie o acesso à documentação e fortaleça a rede de proteção social, além de produzir dados para o planejamento de novas ações na área de segurança e cidadania.

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